Tempo a disposição do Empregador

Você troca de roupa na empresa?



A norma jurídica considera como tempo de trabalho o tempo efetivo de labor e o tempo à disposição.


O empregado poderá permanecer nas dependências da empresa por livre e espontânea vontade para o exercício de descanso, estudo, alimentação, higiene pessoal, nos termos do artigo 4ª parágrafo segundo da CLT.

Contudo, em qualquer das hipóteses acima, deve prevalecer a intenção consubstanciada na declaração de vontade do empregado.


Portanto, sempre que as atividades não forem realizadas com propósito pessoal, ou seja, atividades determinadas pelo empregador, o tempo será computado como a disposição do empregador e, assim, deve ser remunerado.

Ginástica laboral praticada durante a jornada de trabalho, troca de roupas em decorrência das atividades desenvolvidas, tais como os profissionais da saúde, participação em cursos presenciais ou a distância, etc. são alguns exemplos de tempo a disposição do empregador. Logo, devem ser remunerados.

Posts recentes

Ver tudo

Direito sistêmico e o direito de família

Para SAMI STORCH, Juiz de Direito no Tribunal de Justiça da Bahia, precursor do direito sistêmico, os conflitos entre grupos, pessoas ou internamente em cada indivíduo são provocados, em geral, por ca